...era como descreveriamos esta cidade se a tivessemos que definir com um adjectivo apenas. Nova iorque é imensa em edifícios, pessoas, lojas, movimento, luzes e acima de tudo variedade.
Esta noção de grandiosidade tornou-se ainda mais forte a partir do momento em que decidimos subir ao octogésimo sexto andar do Empire State Building. Eram 360° repletos de edifícios, cada um mais alto que o outro.
Lá em cima não deixámos de pensar na incrível e ao mesmo tempo assustadora capacidade que o ser humano tem em alterar radicalmente o meio ambiente que o rodeia como bem lhe apetecer.
E era ao por os pés no Central Park que mais facilmente poderíamos imaginar como era Manhattan antes da presença humana e a sua imensidao fez-nos por momentos esquecer que estávamos autenticamente no centro de uma metrópole.
Nova Iorque é uma cidade que não dorme. Pena é que não a possamos acompanhar também!
Mas que poético. Contrasta um bocado com o estilo utilizado pelos teus colegas de estaminé. Continua, gosto mais assim!
ResponderEliminarDeveria estar a motivar e animar este tipo de post, cheio de qualidade descritiva e com uma enorme capacidade de fazer imaginar as pessoas que o leiam! E ainda a enorme vontade que dá em estar na vossa viagem. Mas não vou fazer isso.
ResponderEliminarPor favor não façam mais disto. Se tiverem vontade disso, voltem para Montreal.
Quero ter noticias com as descrições habituais. Se não, não percebo.
E a cerveja é boa em NY? Isso é importantissimo.
E havia mulheres bem formosas e saudáveis no octogésimo sexto andar do Empire State Building? E no central Park?
Já rebentou alguma coisa por aí? O Nuno perdeu-se ou ainda está com vocês? Deêm-lhe uma coleira e um açaime para não arranjar problemas :D
Tiago
Lamento estragar a tua visão de como era Nova Iorque antes dos humanos lá chegarem, mas o Central Park é 100% artificial.
ResponderEliminarNão no sentido de arvores de plastico, mas sim no sentido que os montes, lagos, arvores, etc. foram todos planeados.
Nuno já tinha essa ideia, mas qd disse isto referia-me nao à natureza em si mas mais à ausência de betão, metal e vidro. Mas bem vista a tua observação!
ResponderEliminarMais uma vez vejo-me obrigado a concordar com um Anónimo, que até pode ser o mesmo, e seguindo a lógica dele:
ResponderEliminarEntão mas artificial como, havia gaijas bem bouas com mamas de silicone e botox nos queixos???
Agora poetices, querem-me ver que estes gajos vão para as américas e vêm de lá com o Cristóvao no Lombo, panilas do caraças.